Serve para detectar lesão do ligamento cruzado posterior (LCP)
Como é realizado o teste:
Paciente em decúbito dorsal, realiza a flexão de um joelho á 90º, fisioterapeuta senta- se em cima do pé do paciente e empurra a tíbia para traz. O teste é positivo se houver a posteriorização da tíbia.
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sexta-feira, 1 de julho de 2011
Teste de Gaveta Anterior
Serve para detectar lesão do ligamento cruzado anterior (LCA).
Como é realizado o teste:
Paciente em decúbito dorsal, realiza a flexão de um joelho á 90º, fisioterapeuta senta-se em cima do pé do paciente para dar mais estabilidade, fisioterapeuta irá puxar a tíbia para frente, o teste será positivo se houver uma anteriorização da tíbia, paciente pode ou não ter dor associada.
Como é realizado o teste:
Paciente em decúbito dorsal, realiza a flexão de um joelho á 90º, fisioterapeuta senta-se em cima do pé do paciente para dar mais estabilidade, fisioterapeuta irá puxar a tíbia para frente, o teste será positivo se houver uma anteriorização da tíbia, paciente pode ou não ter dor associada.
Teste de Trendelemburg
Este teste serve para detectar fraqueza dos músculos estabilizadores glúteo médio e glúteo mínimo.
Fisioterapeuta irá observar o alinhamento da pelve.
Paciente em pé, irá retirar uma perna do chão, flete o quadril e o joelho, deverá se estabilizar em uma só perna, se quando o paciente retirar o pé do chão a pelve se manter alinhada o teste é negativo. Se ao retirar a perna o lado oposto tombar então o teste é positivo para fraqueza dos músculos glúteo médio e mínimo do lado oposto, ou seja, estaremos testando a perna que está apoiada e não a que fez a flexão.
Segue vídeo para auxílio:
Fisioterapeuta irá observar o alinhamento da pelve.
Paciente em pé, irá retirar uma perna do chão, flete o quadril e o joelho, deverá se estabilizar em uma só perna, se quando o paciente retirar o pé do chão a pelve se manter alinhada o teste é negativo. Se ao retirar a perna o lado oposto tombar então o teste é positivo para fraqueza dos músculos glúteo médio e mínimo do lado oposto, ou seja, estaremos testando a perna que está apoiada e não a que fez a flexão.
Segue vídeo para auxílio:
Teste do Piriforme
Este teste serve para detectar algum problema no músculo piriforme, por exemplo: uma contratura, um espasmo.
Como é realizado o teste:
Existem duas formas de realizar o teste:
1º- Paciente em decúbito lateral, bem próximo da ponta da maca, flete o quadril (como se fosse cruzar a perna do paciente), fisioterapeuta força a perna cruzada para baixo. Se o paciente sentir dor na região o teste é positivo.
2º- Paciente em decúbito dorsal, flete um joelho, fisioterapeuta faz força para adução e solicita ao paciente que faça a abdução contra a resistência manual do fisioterapeuta, o teste é positivo se o paciente sentir dor na região do piriforme.
Segue vídeo para auxílio 1º:
Como é realizado o teste:
Existem duas formas de realizar o teste:
1º- Paciente em decúbito lateral, bem próximo da ponta da maca, flete o quadril (como se fosse cruzar a perna do paciente), fisioterapeuta força a perna cruzada para baixo. Se o paciente sentir dor na região o teste é positivo.
2º- Paciente em decúbito dorsal, flete um joelho, fisioterapeuta faz força para adução e solicita ao paciente que faça a abdução contra a resistência manual do fisioterapeuta, o teste é positivo se o paciente sentir dor na região do piriforme.
Segue vídeo para auxílio 1º:
Teste de Thomas
Este teste serve para avaliar se o paciente tem encurtamento do músculo ílio psoas.
Como é realizado o teste:
Paciente em decúbito dorsal, fisioterapeuta faz a flexão passiva máxima de uma das pernas e desta forma estaremos testando o músculo do lado oposto. Havendo a flexão do quadril do lado oposto o teste é positivo para encurtamento, paciente que não tem encurtamento a perna oposta fica reta.
Segue vídeo para auxílio:
Como é realizado o teste:
Paciente em decúbito dorsal, fisioterapeuta faz a flexão passiva máxima de uma das pernas e desta forma estaremos testando o músculo do lado oposto. Havendo a flexão do quadril do lado oposto o teste é positivo para encurtamento, paciente que não tem encurtamento a perna oposta fica reta.
Segue vídeo para auxílio:
Teste de Patrick
Este teste é conhecido também por: teste de Faber, teste de Faberi.
Serve para detectar disfunção na articulação sacroilíaca .
Como é realizado o teste:
Paciente em decúbito dorsal, cruza uma perna sobre a outra como se fosse fazer um quatro (4), com uma das mãos fisioterapeuta estabiliza a pelve e força o joelho oposto (da perna que está cruzada) para baixo.
Se o paciente sentir dor na sacroilíaca do lado em que estou testando o teste é positivo para disfunção na articulação sacroilíaca.
Segue vídeo para auxílio:
Serve para detectar disfunção na articulação sacroilíaca .
Como é realizado o teste:
Paciente em decúbito dorsal, cruza uma perna sobre a outra como se fosse fazer um quatro (4), com uma das mãos fisioterapeuta estabiliza a pelve e força o joelho oposto (da perna que está cruzada) para baixo.
Se o paciente sentir dor na sacroilíaca do lado em que estou testando o teste é positivo para disfunção na articulação sacroilíaca.
Segue vídeo para auxílio:
Teste de Ober
Este teste serve para verificar se o paciente tem encurtamento do músculo tensor da fáscia lata (TFL).
Como é realizado o teste:
Paciente em Decúbito lateral, com o quadril fletido, fisioterapeuta faz a abdução e uma extensão do quadril depois solta a perna, se o paciente manter a perna elevada o teste é positivo para encurtamento do músculo tensor da fáscia lata.
Segue vídeo para auxílio:
Como é realizado o teste:
Paciente em Decúbito lateral, com o quadril fletido, fisioterapeuta faz a abdução e uma extensão do quadril depois solta a perna, se o paciente manter a perna elevada o teste é positivo para encurtamento do músculo tensor da fáscia lata.
Segue vídeo para auxílio:
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